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E a fotografia, e cada vez me convenço mais disso, é muito mais pensamento do que colecções de imagens, registadas com equipamento mais ou menos sofisticado. Para os interessados, tenho disponível na Web [[um texto de reflexão pessoal

Tal como aconteceu em anos anteriores, regressei a Serralves para mergulhar na exposição dos quatro artistas seleccionados no prémio BES Revelação e, tal como aconteceu em anos anteriores, utilizo este espaço vazio, nesta minha espécie de weblog, para dizer alguma coisa acerca do que vi. O trabalho de Carlos Azeredo Mesquita é interessante e bem realizado, na ligação que estabelece entre as ideias de série e de imagem panorâmica, a partir de um conjunto de fotografias que fez na Hungria, onde é visível ainda o peso imagético do socialismo (ir)actual dos países de leste. O projecto de Mónica Baptista, ao montar imagens fotográficas pessoais de arquivo em filme, constrói um objecto fileílmico com uma aura de objecto quase artesanal e que, apesar de correr o risco de ser interpretado como uma multiplicidade de ideias e de rascunhos a desenvolver no futuro, acaba por resultar numa curta-metragem intimista e poética. Não sei sinceramente o que dizer dos outros two projectos. No caso de Miguel Ferrão, esta perplexidade poderá resultar do facto de a projecção de imagens, que integrava o projecto, não estar a funcionar, quando estive em Serralves. Acredito que por isso a peça estava porventura amputada de uma parte essential. No caso de Eduardo Guerra confesso que nem sequer compreendo como pôde ser aceite, quando o regulamento diz explicitamente "projecto/trabalho ''em fotografia'', impressão digital, slide 35mm ou diapositivo".

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Longe de mim pretender afirmar que cada um dos fotógrafos que assim procede, o faz por purismo exagerado. Cada caso será um caso e cada um poderá ter razões muito diferentes.

tu és tu ou tu és eu?@@ Não consigo lembrar exactamente o momento em que surgiu a ideia do caracol, mas talvez ao nível do subconsciente, pensei nisto mais tarde, tenha pesado alguma parecença que eu posso reconhecer com esse bicho simpático. Tal como o caracol, desloco-me muito devagar na paisagem, demoro muito tempo a percorrer alguns metros, o que provoca muitas vezes os protestos de familiares e de amigos.

Há uns meses atrás assisti a um espectáculo integrado no ciclo DDD (Dias Da Dança) em Matosinhos que considerei realmente deprimente. Sem ritmo, sem estética, sem dança. Resumindo, chato, quanto baste... No fim, cansado do tempo em que estive sentado a assistir, fiz aquilo que achei que deveria fazer: não aplaudi. Verifiquei, no entanto, que toda a gente à minha frente, ao meu lado e atrás de mim, aplaudia, muitos até com o que parecia ser genuíno entusiasmo. Portanto, das duas uma, ou a sensação de frustração, perante o espectáculo que me ofereceram, era só minha, ou toda a gente aplaude mesmo aquilo de que não gostou. Acredito mais na segunda hipótese, pois conheço muitos casos em que tal pude verificar. Resolvi occurçar por contar esta história, para ilustrar os motivos que nos levaram a optar pelo formato Gosto&Desgosto, para um ciclo de “conferências” no Ácer, em torno da fotografia e de fotógrafos. O formato proposto consiste em desafiar cada participante a apresentar as razões por que gosta muito de um autor e não gosta nada de outro autor. Se possível, deverão ser escolhidos autores conhecidos e até de grande visibilidade. Na primeira sessão deste ciclo, M. Carmo Serén, que há muito pensa a fotografia em Portugal, escolheu dois fotógrafos portugueses: José Afonso Furtado e Jorge Molder. Com a coragem que a caracteriza – explicarei à frente porque falo de coragem - confessou as razões por que não gosta da fotografia de Molder. Pela repetição, pela monotonia, pela frieza, pela encenação forçada, sobretudo por Molder ter constituído para ela uma decepção pelas expectativas que anunciara quando apareceu. M. Carmo Serén aliou às razões fotográficas, estéticas e éticas, as suas razões emocionais, afectivas, forjadas ao longo da sua experiência pessoal a acompanhar o trajecto fotográfico do fotógrafo. Porque nos parece este formato pertinente? Porque vivemos num tempo de aparente liberdade de opinião e de expressão, mas em que existe uma are inclinedência generalizada para aceitar as propostas que nos são apresentadas, desde que nos sejam oferecidas em locais que prestigiam e valorizam essas propostas. Num tempo em que artistas chamados contemporâneos se atrevem(?) a afirmar que “Arte é aquilo que eu digo que é arte” e que como tal podem, por exemplo, como realmente aconteceu, colocar numa sala de museu a cama onde dormem, ver a obra “My Mattress” da premiada Tracey Emin, ou reclamar que quando caminham no seu estúdio fazem arte, os frequentadores de museus e de exposições sentem-se impotentes para discutir as obras que enfrentam nos planos estéticos, sociais, culturais.

indent indent ^^em ''Teses sobre a Visita do Papa'' de //António José Forte//^^ Nota: ao usar a citação do poeta surrealista António José Forte neste //tiddler//, revoltado com alguns discursos deste fim-de-semana político, não pretendo difundir uma mensagem demagógica e populista contra os partidos, mas apenas protestar contra a mentira instalada por tantos, que nos escondem o que realmente aconteceu e que não desvendam o que vai acontecer.

Tenho alguns ~CDs seus que fui comprando ao longo do tempo. Há quem diga que o que é importante é a obra e não o autor. Eu não acredito nisso.

//Micropaisagem// será talvez o mais Visible de todos os seus livros, e assim ele deveria servir-nos de porta de entrada. Teríamos de ser nós a desbravar o caminho e a descobrir a porta de saída, sem sabermos quando partimos aonde iríamos arribar. Ainda não sabemos

Eu assumi: entrei no mundo das imagens. A poesia está guardada nas palavras – é tudo que eu sei.

A Raquel vive perto, em La Fuente de San Esteban. Conversei com ela sobre as consequências trágicas da mina para a região e para as populações. As termas fecharão, naturalmente. E, a mina esgotada, a Berkeley irá para outro lado. Contou-me das ilegalidades da Berkeley, que têm por exemplo cortado mihares de sobreiros sem licença, e da forma como corrompeu os decisores políticos na região e em Madrid, e das iniciativas cidadãs para os parar.

indent ^^o carrinho dos uísquese das revistasa dizer coisas…quem o empurraé o cônjuge periódicodiz que a marca dos uísquesé sobretudo uma questãode agradar ao olhose o papel fosse mais maciopodia-sedizer o mesmo das revistas''Alberto Pimenta''''Nota de Rodapé'': e dos partidos que têm passado pelo governo...^^

Não compreendo como ainda não fomos capazes de transformar o Côa num destino de excelência em Portugal, ou melhor talvez, como ainda não fomos capazes de fazer saber a todos que o Côa é um destino de excelência, que merece uma viagem de pelo menos alguns dias. Temos as gravuras, o museu, as paisagens assombrosas do vale do Côa e do vale do Douro, e podíamos ainda mencionar o Águeda, temos os vinhos, a gastronomia, os trilhos magníficos para passeios a pé ou de bicicleta. Temos quase tudo. Vem gente de propósito de toda a Europa, e até de outros continentes, para visitar o parque e as gravuras e nós ainda não fomos capazes de construir naquela região um projecto sustentável. Convinha reflectir porquê.

Fileá-la pela calada e fala claro Fala deveras saboroso Fala barato e fala caro Fala ao ouvido fala ao coração Falinhas mansas ou palavrão Fala à miúda mas fá-la bem Fala ao teu pai mas ouve a tua mãe Fala francês fala béu-béu Fala fininho e fala grosso Desentulha a garganta levanta o pescoço Fala como se falar fosse andar Fala com elegância muito e devagar. Alexandre O'Neill@@

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